Bonita, inteligente, poderosa… e sozinha.

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Onde estão essas pessoas que não conseguem se encontrar? Há homens e mulheres buscando uma relação duradoura, porém há alguns probleminhas em relação à manutenção desses relacionamentos.  Isso tem gerado frustração, e principalmente preocupação em mulheres que já chegaram aos 30 e poucos.  Elas veem o prazo de validade do planejamento de encontrar um homem ideal para o casamento, construir uma vida amorosa estável, ter filhos e constituir a família que tanto deseja, expirando…

A mulher moderna saiu da cozinha e da lavanderia e conquistou os escritórios e corporações. Hoje é líder, tem status, carreira, seu apartamento, seu carro… mas ainda é romântica.  Precisamos de relações afetivas para viver, isso é determinado pelas características da espécie humana. Entretanto venho percebendo que no consultório as queixas por um relacionamento afetivo estável e duradouro são cada vez mais frequentes.

Um dos primeiros problemas é que a expectativa da mulher moderna em relação a um parceiro ideal é bastante alta.  Tendo em vista que já conquistou seus bens materiais e sua condição profissional, muitas vezes ela espera encontrar alguém que esteja no mesmo “nível” que ela.  Neste aspecto a cultura machista ainda impera e dita o comportamento tanto de homens quando de mulheres.  Para a maioria, há o sentimento de que o homem deve ser o provedor do sustento da casa. E essa pré-condição faz com que alguns bons companheiros, que ganhem menos ou estejam em desvantagem na carreira, sejam descartados, sem nem ao menos ter a chance de mostrar suas qualificações.

Outro ponto importante é que a mulher tem trazido para o relacionamento seu perfil de liderança, assertividade e objetividade.  Com isso tem “espantado” os homens. Mais uma vez a cultura mostra seu peso e sua importância.  Para a maioria dos homens ainda é difícil se sentir dominado, e a maneira de afastar sentimentos de menos valia é também evitando mulheres desse tipo.

Como evitar a solidão?

A questão é: como conseguir transitar entre o mundo do trabalho e as expectativas da mulher doce e sensível?

O desafio é conseguir perceber em que contextos cada comportamento é adequado.  É ter autoconhecimento suficiente para se comportar frente aos SEUS desejos e não em relação às expectativas familiares ou da sociedade.

Claro que não é fácil e exatamente por isso há tantas mulheres e homens sofrendo com a solidão e na busca por um relacionamento saudável.

Além do autoconhecimento, faz parte desse sonho abrir mão de alguns pontos de vista inquestionáveis anteriormente, ceder a alguns itens que não entravam nos planos de final de semana, compartilhar momentos tanto prazerosos, como também aqueles que dão trabalho, que não agradam e que trazem problemas para a vida tão confortável e estável…

Relacionar-se significa doar e receber. E por isso precisamos estar dispostos a estar dos dois lados, pois é uma via de mão dupla.

Será que você está disposta a doar? E também a receber?

Pense nisso e nos falamos em breve! Deixe suas perguntas e comentários.

Delivery amoroso: você já caiu nessa?

Delivery amoroso: você já caiu nessa?

Delivery amoroso: você já caiu nessa? Você procura um novo amor? Está cansada de repetir os mesmos erros? Se você não aguenta mais conhecer gente que não a faz feliz, preste atenção na história dessa moça. E aprenda com ela! Bonita, 29 anos, MBA concluído e salário pra ninguém botar defeito. Solteira. O status de relacionamento tinha que vir separado do restante da sua identidade porque, para ela, invalidava toda e qualquer qualidade de uma mulher solteira que se aproximava dos 30. Cansada das baladas, ouviu de uma amiga que o novo jeito de conhecer rapazes era por meio do Tinder. E assim foi: muito X, pouco coração, muito X, pouco coração e… pronto! Alguém para conversar!

Quatro caras, na verdade. Um esquisito, outro com jeitão de psicopata, um terceiro que escreve errado demais, porém o último salvou a pátria. Duas dúzias de perguntas depois, encontro marcado! Banho caprichado. Cabelo escovado. Maquiagem discreta e perfume marcante. Vestido quase comportado. Salto poderoso e rua! Carro despachado na porta do bar. Coração na boca: lá está ele! Nada mal o rapaz nos quesitos estética e cultura. Após três horas de conversa que se passaram voando, ela vai para a casa dela; ele, para a dele. No dia seguinte, chega whatsapp do rapaz marcando um encontro. Pizza na casa dele. Isso mesmo, pizza, a velha pizza de sempre. Banho caprichado. Cabelo escovado… A porta se abre e lá está o príncipe novamente.

Da pizza mal ela sentiu o cheiro. E não sentiu falta nenhuma, de tão bom que foi o encontro. No dia seguinte, ela manda whatsapp, se arruma conforme o ritual e vai! Três dias depois, de novo! Na outra semana, o mesmo!

Apaixonada!!! Então se jogou de cabeça. Dias depois… whatsapp, sem resposta; facebook, sem resposta. Inconformada, ligou. Diz ele que ela era bonita, divertida, mas ele não sabia porquê não havia se empolgado, por isso poderiam ser amigos. Chorou. Muito mesmo. Voltou pro Tinder. Voltou pra balada. O status? Inalterado.

Ela perdeu. O triste nem é a perda e, sim, o sentimento produzido pelo histórico de desencontros. Mais um fracasso! E mais um. E outro. Mas você pode aprender com o erro dela. Ou não, afinal, você leitora nunca seria personagem de uma história triste como essa, certo?

Brincadeiras à parte, poderíamos passar horas e mais horas a descrever possíveis fatores que levaram o rapaz a não desejar um relacionamento sério com a moça do exemplo. Porém, vale à pena analisar o desfecho sob a ótica do sentimento de amor segundo a perspectiva de Skinner (importante figura no campo da Psicologia – Análise do Comportamento). Em sua obra Walden II, o autor relaciona amor ao uso de reforçamento positivo, o que significa que esse sentimento se desenvolve em relações em que o carinho e o cuidado pelo outro são fortalecidos. E, para que haja o fortalecimento, o indivíduo tem que encontrar espaço para se comportar e ter tais padrões de comportamento aprimorados, bem como ser exposto às sensações de bem-estar que acompanham o fenômeno. No exemplo em questão, a moça não deixou o rapaz de comportar: ela procurou, ela se arrumou, ela foi, ela fez. Ela amou, se sentiu bem. Ele não fez quase nada, portanto, não sentiu nada em especial e pouco veio a ter a oferecer. Um verdadeiro delivery amoroso, onde a moça oferece o prato completo – cozinha, embala e entrega – ao toque de uma mensagem no celular. Que fique claro que o problema não é de ordem moral, mas de funcionamento do organismo.

O ser humano não se apega se não há engajamento. Assim, ela poderia continuar a se relacionar com o rapaz e a relação progredir, mas isso teria mais chance de ocorrer se ele também se arrumasse, pegasse o carro dele e fosse até a casa dela às vezes. E, com o tempo, propusesse outros programas para o casal. Moral da história: sem que o indivíduo se comporte pelo sucesso da relação, não há amor. Portanto, leitora, faça a sua parte e, principalmente, deixe que o candidato ao seu coração faça a parte dele. Você vai conseguir!

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Isso é amor ou dependência

Isso é amor ou dependência

Frequentemente observamos nos relacionamentos um dos parceiros fazendo questão de estar com o outro em todos os momentos, em todas as ocasiões, em todos os lugares, horas, situações… ufa! Chega até a sufocar.

Muitas vezes este ciúme ou amor extremo é valorizado pelo parceiro e gera uma série de conflitos para o casal. Parece até que se um quiser visitar um amigo sozinho está cometendo um crime… praticamente uma traição!

Se você já se percebeu numa relação como esta, é importante reavaliar e considerar a necessidade de ter uma conversa aberta para a manutenção de um relacionamento saudável.

O ser humano, dentro de sua espécie humana, precisa de um relacionamento afetivo sexual – independente de qual seja sua orientação sexual. Fato é que nossa espécie precisa se relacionar socialmente, afetivamente e sexualmente entre si.

Paralela a esta necessidade do ser humano, há sua história de vida individual. E não mais importante do que as questões determinadas pela filogenética, pela história de cada indivíduo, também teremos a cultura no qual se está inserido e que determinara uma serie de posturas para cada um dos parceiros.

É dentro deste turbilhão de expectativas, desejos, cobranças, regras sociais que nossos relacionamentos se estabelecem e se mantém.

Portanto quando estamos avaliando um relacionamento afetivo, por exemplo, será necessário entendermos cada um destes contextos e como cada parceiro lida com cada questão em separado, e principalmente, avaliarmos como o casal construiu a relação tendo como base estas três esferas de desenvolvimento e determinação de comportamentos.

Quando nos deparamos com casais mais possessivos, como descrito no título, vale a pena tomar atenção: normalmente em nossa sociedade atribuímos a um sentimento a causa de nossos comportamentos, ou seja: fico ansiosa, brigo com meu namorado, faço questão de segui-lo em todos os programas porque sou muito ciumenta.

Entretanto a questão é: por qual motivo você sente tanto ciúme?

Será a partir desta resposta que conseguiremos avaliar as verdadeiras relações de dependência, de grau de importância sobre a relação, e das formas de controle entre os parceiros.

Quando temos posse, muito provavelmente é em função de sentirmos o risco da perda. Receio este advindo de ser um risco real, ou como ocorre muitas vezes, de um risco que criamos em virtude de nossa história passada. Qual seja: tive relacionamentos fracassados anteriormente, história de traição, e desta vez considero que se estiver ao lado do meu parceiro não o deixarei sair da linha.

Mas as coisas começam a sair um pouco do controle e vamos percebendo que ficar perto não garante segurança no relacionamento – ainda mais hoje com toda a movimentação nas redes sociais que temos. E nos sentimentos então mais inseguros e buscamos mais proximidade.

Muitas vezes o parceiro não fica confortável com esta situação e acaba dando desculpas para se afastar, pois sente-se literalmente sufocado. Ocorre então que esta postura nos deixa mais inseguros e faz com que criemos mais alternativas para a proximidade – o que de fato acaba criando um ciclo vicioso.

Portanto, se você percebe em seu relacionamento a falta de espaço ou uma necessidade de estar perto toda hora, vale a pena avaliar se não é o momento para parar, conversar, estabelecer alguns limites para ambos parceiros e enfim conseguir um equilíbrio entre o amor e a liberdade.

Tem alguma dúvida, envie-me um e-mail que terei o maior prazer em ajudar.

Até breve!

O que é Terapia de Casal? Serve para o meu caso?

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A terapia de casal é uma estratégia terapêutica onde os dois parceiros são atendidos ao mesmo tempo, sejam eles namorados, noivos, casados ou em qualquer tipo de relação a dois, e independente de orientação sexual.

Todos nós já sabemos o que nos faz sofrer, o que nos irrita, as dificuldades que temos em lidar com o outro, no relacionamento, com os filhos, no trabalho… então porque fazer terapia?

De maneira geral a terapia tem por objetivo auxiliar a pessoa a identificar as situações que podem lhe causar comportamentos e sentimentos desagradáveis, e principalmente aprender a lidar com elas se puder resolvê-las, e no caso de não ter solução, aprender a viver com elas.

Será que preciso de terapia de casal?

Um exemplo que sempre menciono é: o marido atrasa uma hora e quando chega encontra a esposa com cara feia, chateada.

Ele a questiona: – O que foi amor?

Ela responde entredentes: – N A D A com tom de voz firme e chateado, sem contato visual, ou com contato visual “fumegante”!

Esse exemplo sempre angaria risos exatamente porque todos que já vivenciaram um relacionamento já se depararam com situação semelhante.

Todos nós temos a consciência de alguns itens:

  • Atrasos irritam
  • Não avisar irrita
  • Ter que avisar a cada minuto irrita
  • Dar satisfação faz se sentir controlado
  • Não dar satisfação faz sentir que não tem importância para o outro

E poderia enumerar mais uma série deles aqui, mas não é o objetivo. O que é importante é entendermos qual o papel da terapia de casal para este exemplo.

Em meio a todas essas nossas certezas, o mais importante é saber:

Por que o marido se atrasou e não ligou? Por que a esposa precisa que ele avise? Por que ao ser questionada a mulher disse “N A D A” se na verdade gostaria de dizer outras coisas? Ou as vezes disse coisas que agrediram o marido, quando na verdade ela queria a atenção dele e seu carinho? Por que o marido não conseguiu perceber as necessidades da esposa e teve que questionar se havia algo?

Enfim, seriam vários questionamentos com o objetivo de entender como é o funcionamento do casal, como os dois indivíduos se comportam para obterem ganhos como casal e não como indivíduos. Entretanto não podemos esquecer que temos dois indivíduos com histórias diferentes, expectativas e experiências diferentes.

Objetivos da terapia de casal

O objetivo da terapia de casal seria analisar, dentre inúmeros itens, os seguintes:

  1. O que o marido percebe sobre o que irrita a esposa?
  2. O que a esposa percebe sobre o que faz o marido se sentir mal?
  3. Como o marido e a esposa se comunicam sobre coisas positivas e negativas?
  4. Como se expressam nos momentos de dificuldades?
  5. Quais expectativas possuem sobre o relacionamento?
  6. O que cada um quer dizer nas “entrelinhas”?
  7. Como podem se comunicar de maneira assertiva, ou seja, dizer o que querem, mas sem agredir o outro?
  8. O que os dois estão fazendo para “alimentar” o amor e a relação?
  9. O que cada um está fazendo que está prejudicando o amor e a relação?

Portanto, se você se identificou com algum questionamento ou acredita que o casal esta precisando reavaliar sua maneira de agir, SIM a terapia de casal poderá ajudar a melhorar a relação e aprender a melhorar a vida a dois.

Mande um e-mail em caso de dúvidas, e assim poderemos avaliar melhor sua situação.

Fracassos consecutivos em relacionamentos e os prejuízos para a autoestima

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Antes era a balada. Depois o site de relacionamento. Hoje é a vez dos aplicativos: tinder, happn, kickoff, etc. Sempre há uma tábua de salvação para um fora. E para curar uma dor, um novo amor.

No entanto, depois de um amor, vem mais uma decepção, e outra, e outra. Você já passou por isso ou tem algum(a) amigo(a) nessa situação?

Esse cenário é mais comum do que imaginamos. Estamos vivendo a era do descarte: o celular mais moderno foi lançado e o antigo precisa ser descartado; a roupa sai de moda e precisa ser descartada; o estofado ficou sujo e a poltrona precisa ser descartada. O mesmo acontece nas relações humanas: o relacionamento começou a ficar difícil e é mais fácil descartá-lo do que consertar a relação. E com os aplicativos ficou muito rápido repor um(a) paquera.

Sem dúvida devemos preencher o vazio de um amor que partiu com um novo amor. Mas vale qualquer pessoa, a qualquer custo?

Não é qualquer relação que lhe trará felicidade, então é perigoso arriscar indiscriminadamente, o que certamente resultará em mais uma decepção. Você já parou para pensar nos prejuízos que uma sucessão de fracassos traz para a sua autoestima?

Se você não parar para refletir onde está errando, continuará errando nas novas relações. E esses erros consecutivos serão acompanhados de sentimentos de fracasso, desamor, culpa. Você não acha que é cruel consigo próprio(a) se sujeitar a esse ciclo?

Dê a chave das portas do seu coração apenas às pessoas que preencherem critérios mínimos de merecimento. Não se iluda deixando entrar quem não vai ficar, nem deixe que entre alguém que desde o princípio você sabia que não queria em sua vida. Seja leal consigo e com o outro. Você sentirá os benefícios dessa prática em sua autoestima. E não há sensação melhor do que amar a si próprio(a)!!!

Autora: Ana Carolina Felício

Por que meus namoros não duram

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Então você já teve vários relacionamentos que duraram semanas, meses e até anos… mas no final sempre foi traída, ferida, enganada, rejeitada… e hoje não acha que valha a pena se dedicar a um relacionamento, porque no final, sofrerá novamente.

Posso dizer que compreendo que, devido a uma história de relacionamentos fracassados, você não esteja mais disposta a se envolver e a sofrer novamente. Entretanto lhe pergunto:

Você percebe que seus relacionamentos sempre foram uma repetição? Nota que parece que sempre começaram bem, como num conto de fadas e terminaram como uma novela mexicana?

Tenho algo importante para lhe contar: é provável que você tenha contribuído para que isso acontecesse…

Não!! Como assim?? Você se dedicou, se empenhou, fez tudo pelo relacionamento…

Talvez esse tenha sido exatamente o problema. Quando você faz tudo, não sobra muita coisa para seu parceiro fazer, e ele perde o encanto da conquista.

O homem precisa sentir que está conquistando algo, que está sendo desafiado, pois assim ele se sente seguro e confiante. Quando a mulher não lhe oferece nenhum desafio e se entrega sem restrições… ele perde o desejo. E é por isso que o relacionamento inicia legal, mas depois esfria.

E não estou falando em sexo no primeiro encontro. Estou falando sobre não o deixar com saudades, não dar tempo para que ele sinta sua falta, se agradar com tudo que ele faz ou fala, se satisfazer com qualquer coisa/sentimento que ele lhe entregue, ou seja, estou me referindo a uma mulher que não exige do relacionamento porque tem medo que, frente a qualquer exigência, o homem não corresponda e ela fique sozinha novamente.

Porém quando aceitamos qualquer relacionamento, não será surpresa se tivermos que mendigar migalhas de sentimento do outro.

Num relacionamento é fundamental que você tenha uma perspectiva, que tenha planos para futuro – não para casar, mas para o amanhã, para viajar, para ir a uma festa, para compartilhar coisas juntos. Você deve ter objetivos sobre que tipo de homem deseja, o que espera do relacionamento, como deseja viver um amor.

E se já no início não encontrar, é um sinal fortíssimo de que não é esse o relacionamento que você precisa… não adianta investir porque não lhe trará a satisfação que espera.

Mas por último é bom lembrar que é necessário que você tenha expectativas reais sobre o que a pessoa pode lhe oferecer, caso contrário ficará idealizando um relacionamento que realmente nunca irá existir.

Está atraindo gente errada?

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Três passos para se livrar dos encostos e achar alguém à sua altura!

Tem pessoas que vivem reclamando de seus relacionamentos:

“Nenhum homem presta. São todos iguais, só querem sexo, não querem namorar”.

“No começo estava tudo lindo, mas depois ele se revelou outra pessoa, me dá arrepios só de pensar: preguiçoso, grosseiro. Sinto vergonha dos meus amigos e familiares quando ele aparece”;

“Fala que me ama, mas não aparece e diz que está sempre trabalhando, que tem muitas responsabilidades na empresa”;

“Parecia a mulher da minha vida, mas se mostrou leviana como todas as outras. Não gosta de trabalhar e estudar. Se diz muito moderna, mas no fundo espera que eu a sustente”;

“As mulheres estão muito promíscuas, está difícil achar uma mulher de verdade”.

Se você se identificou com algum desses exemplos é importante que você comece a refletir como suas atitudes o(a) afastam ou o(a) aproximam de relações que sugam a sua energia e deixam marcas profundas na sua auto-estima e autoconfiança, como se fossem verdadeiros vampiros. Para você virar o jogo e estabelecer uma relação que lhe traga felicidade, inicie pelos três passos a seguir:

  1. Pense no tipo de pessoa que o(a) agrada: valores, objetivos de vida; atividades de lazer em comum;
  2. Exclua as pessoas que não se encaixam no perfil que lhe agrada: ficar sozinho(a) novamente não é fácil, mas é muito importante que você não perca tempo se enganando em uma relação fadada ao fracasso. Quanto menos investimento, menos dor no futuro;
  3. Exponha quem você realmente é: a outra pessoa também precisa identificar se você é a pessoa que ela está esperando. Não use máscaras, não se iluda nem iluda a outra pessoa. Pode demorar mais, mas você encontrará alguém mais compatível com você.

Lembre-se: você é o(a) único(a) responsável pela sua felicidade. 

Comece hoje mesmo a mudança! 

Autora: Ana Carolina Felício

Quero um relacionamento sério

Quero um relacionamento sério

Quer encontrar um amor, envolver-se num relacionamento sério, investir numa relação para futuro, mas não conseguiu ainda o par perfeito?

A primeira dificuldade está em relação encontrar a pessoa que possa combinar com você.

O que fazer?

Primeiro é necessário conhecer pessoas novas, relacionar-se e buscar pessoas com o mesmo objetivo.

Nesta investida estão os aplicativos e sites para relacionamento. Milhões de pessoas tem utilizado estas estratégias para iniciar um relacionamento.

Mas os aplicativos funcionam?

Sim! Primeiro porque as respostas são muito rápidas e nada como ganhar um like para reforçar a autoestima. Algumas pessoas assim que finalizam um relacionamento se cadastram nos aplicativos como uma maneira de superar a separação – a falta do contato cotidiano com o parceiro anterior acaba sendo “compensada” pelo sentimento de esperança causado pelos likes e início das conversas. Em vez de receber um bom dia, receberá aceitações/solicitações de contato, e isso fará com que a pessoa não se sinta abandonada, solitária, como acontece no final de um relacionamento.

Os aplicativos também encurtam alguns caminhos: já no cadastro do usuário algumas informações são imputadas como foto, idade, profissão, temas de interesse, além da própria localização que é utilizada pelo aplicativo para sintonizar usuários. Também será feito um filtro de preferências. O aplicativo cruzará as informações e trará candidatos (as) que serão avaliados pelos usuários.

A mobilidade possibilitada pelos smartphones e tablets também auxilia na estratégia dos aplicativos.

Dado o primeiro passo, o que fazer?

Então agora que já encontrou algumas pessoas interessantes, será necessário iniciar o relacionamento investindo em perguntas de interesse pessoal com o objetivo de investigar se o perfil colocado pela pessoa realmente a retrata.

Sim! Seria como nos processos seletivos feitos nas empresas para uma vaga. Você tem uma vaga em seu coração e quer preenchê-la, e para isso precisa de um(a) candidato(a) adequado(a). Será necessária uma investigação inicial, preferencialmente natural – porque ninguém gosta de se sentir invadido com tantas perguntas – para verificar os interesses, as atividades profissionais, os hobbies, enfim, assuntos que possam revelar se a pessoa combina ou não com seus interesses e valores.

Saindo do aplicativo para a vida real

Depois de trocar algumas impressões com usuários, este relacionamento precisa deixar de ser virtual para virar real. Entretanto atualmente a segurança deve ser um item de preocupação para marcar um encontro, então não se esqueça de:

  • Pesquisar em outras redes sociais para verificar se o perfil do usuário coincide – muitas vezes pessoas incluem perfis falsos
  • Combinar locais públicos e bem localizado para os primeiros encontros como restaurantes, praças de alimentação ou bares – preferencialmente os que você já frequentou
  • Sempre avisar pessoas de sua confiança sobre onde está indo com previsão de horário para volta – se a estratégia mudar, informar a pessoa
  • De forma geral, não passar informações iniciais detalhadas sobre rotina
  • Não passar informações sobre condição financeira

Durante o encontro

Chegou o momento de aproveitar a situação, avaliar a química entre vocês e confirmar todas as informações e impressões que teve sobre o(a) pretendente.

Agora é com você! Aproveite e mostre-se como é, pois não será possível enganar o parceiro para sempre e a verdade sempre aparecerá.

O segredo dos relacionamentos não é encontrar a pessoa perfeita, mas encontrar uma pessoa com quem você simpatize, admire e perceba que esta pessoa possui atrativos o suficiente para superar aqueles defeitinhos que todo mundo tem.

Para transformar este encontro num próximo, e em outros, e em um relacionamento sério, será necessário que os dois envolvidos tenham realmente a intenção de construir uma relação séria respeitando o espaço de cada um e construindo um espaço só do casal.

Mas este é um assunto para uma próxima conversa.

Até breve!!

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