10 passos para manter o equilíbrio físico e emocional.

10 passos para manter o equilíbrio físico e emocional.

A vida da mulher está tão corrida com o mundo moderno e suas responsabilidades com os filhos, a casa, a profissão, o casamento …  que nunca sobra um tempo para cuidar dela mesma.  Manter o equilíbrio físico e emocional vira uma tarefa impossível!

E você sabe o que isso causa em sua vida?

Ansiedade, tensão, incerteza, angústia, cobrança, culpa, medo, depressão, stress, solidão…  e quando esses sentimentos não são devidamente controlados, acabam causando no corpo doenças físicas e psicossomáticas!  E o pior que você, mesmo doente, continua se sentindo responsável pela família, trabalho, relação, casa, etc etc etc.

Confira 10 dicas especiais para se manter o equilíbrio físico e emocional.

  1. Respeite seus limites

Você é uma pessoa só, mas com muitas atribuições – a casa, os filhos, o trabalho, a relação amorosa.  E ainda você provavelmente tem um alto nível de auto exigência.  O mundo nos ensina que devemos dar conta de tudo isso, mas é humanamente impossível!  Então é preciso que você lute contra essas cobranças externas e respeite seus limites.  Deixe a louça na pia, distribua as tarefas em casa, se permita almoçar por uma hora… é preciso que você observe seu corpo e veja que ele muitas vezes te pede um descanso.  Para manter o equilíbrio físico e emocional será necessário fazer escolhas – escolha por sua saúde.

  1. Respeite suas vontades

Na maioria das vezes observamos mães e esposas dedicadas fazendo tudo pela família e se esquecendo delas.  É muito importante que você respeite suas vontades, seus desejos e também consiga realiza-los.  Assim como você fica feliz em fazer algo pelas pessoas, deixe que elas façam coisas por você também.  Permita-se ser cuidada, se permita querer coisas e também realizá-las.

  1. Organize uma agenda

Diante de tantas responsabilidades é necessário que você tenha horários para cada atividade, e que principalmente inclua nessa agenda horários para você.  Somente estabelecendo prioridades e determinando tempo é que você conseguirá dar conta de tudo o que precisa fazer.  Caso contrário acabará se sentindo sobrecarregada e frustrada por não realizar tudo o que é necessário.  Equilíbrio significa também dividir, planejar e segmentar.

  1. Tenha disciplina

Após estabelecida uma rotina é necessário que você cumpra à risca sua agenda.  Não faça concessões pois isso atrapalhará seu desempenho e aquele sentimento de insucesso voltará.  Siga confiante sua lista de prioridades e certamente você se sentirá muito melhor quando chegar ao fim do dia.

  1. Faça coisas positivas por você

Todo ser humano precisa de recompensas para se sentir feliz.  Dê de presente à você uma roupa nova, um batom, um dia de folga, um dia de passeio onde você gosta, faça sua comida predileta, tire um tempo para ler um bom livro.  É necessário que VOCÊ faça coisas que te tragam prazer, pois esse é o melhor antídoto para a depressão e a ansiedade.  Manter o equilíbrio físico e emocional inclui um olhar diferenciado para você, pois quem deve estar no foco é VOCÊ.

  1. Afaste-se de coisas e pessoas negativas

Assim como buscar coisas positivas, você deve se afastar do que lhe traga sentimentos negativos.  Não se obrigue a gostar de ninguém, não se sinta culpada por ter um momento de descanso, mas sobretudo não se coloque em situações que você sabe que irão te trazer coisas ruins.  As vezes se afastar de um problema por um momento é a melhor maneira de se manter em equilíbrio físico e emocional para conseguir resolve-lo posteriormente.  O estresse altera condições físicas e psicológicas nos deixando vulneráveis inclusive a doenças.

  1. Aprenda a controlar sua ansiedade

A ansiedade é um sentimento aprendido e, portanto, pode ser mudado.  Ansiedade está relacionada ao nosso receio de ter consequências ruins no futuro.  Aí ficamos tentando prever e controlar o que irá acontecer, para garantir que não sofreremos.  Mas infelizmente nós não conseguimos controlar o futuro.  Não conseguimos controlar o que o outro pensa ou sente.  Não conseguimos controlar muitas vezes nem nossos próprios sentimentos.  O que conseguimos controlar são nossas ações, independente do que estivermos sentindo.  Então é importante que seu foco seja no hoje – viva um dia de cada vez, pois ontem já não é possível mudar nada, e amanhã ainda nem chegou.

  1. Fique perto de quem te faz bem

Não deixe que a rotina do dia a dia te afaste dos amigos e dos familiares importantes para você.  São essas pessoas que vão nos resgatar quando estivermos lá no fundo do poço, quando não tivermos mais forças para suportar os problemas.  É por essas pessoas que valerá à pena continuar lutando e superando as adversidades.  Então é necessário que você tenha amigos.  Cultive o carinho e atenção deles para que possa ter com quem contar e para que também possa ajudar quando eles precisarem de você.  O ser humano não foi feito para viver sozinho, então não se isole.

  1. Faça exercícios físicos

O corpo é uma máquina e precisa de cuidados.  Quando deixamos uma máquina enferrujar ela começa a funcionar mal.  Por isso é necessário fazer algum tipo de exercício.  Academia, jogos, natação… qualquer coisa que te agrade.  Os exercícios físicos fazem bem para o corpo pois relaxam a musculatura que fica tensa com os problemas diários.  Também ajudam na eliminação de todas as toxinas que liberamos no corpo quando estamos estressados.  Além disso o exercício ajuda na socialização.  Quando fazemos exercícios liberamos substancias químicas que nos dão a sensação de prazer.  Para um dia cheio de problemas, é um santo remédio!  Comece com uma caminhada diária de pelo menos meia hora… você sentirá a diferença.

  1. Peça ajuda sempre que precisar

Por último, mas não menos importante, é preciso que você peça ajuda!  Deixe que as pessoas façam as coisas por você, deixe sua família te ajudar, desabafe sobre seus problemas, divida suas angústias e medos e peça ajuda!  Muitas vezes não conseguimos ver a solução e ela está ali, pertinho… contar com o apoio de quem nos ama é muito importante.  E se for necessário, busque ajuda de um profissional da psicologia para que a caminhada não seja tão sofrida nem tão demorada.

Dessa maneira, se você seguir diariamente essas 10 dicas, certamente você conseguirá manter o equilíbrio físico e emocional e seu organismo estará mais saudável para desfrutar de uma vida plena e feliz!

Erika Scandalo – Psicóloga no Morumbi / SP

Qual é o maior defeito do seu chefe

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Se você trabalha, tem, já teve ou terá um chefe.

Aqui não faremos menção às diferenciações terminológicas entre líder/ chefe; apenas consideraremos o profissional a quem hierarquicamente devemos nos reportar.

Tendo em vista que passamos 1/3 de nossas vidas no trabalho, é muito importante que façamos um esforço para manter bons relacionamentos não só com nosso chefe, mas também com toda a equipe de trabalho.

O chefe/líder tem como responsabilidade a identificação dos melhores colaboradores para a realização das diferentes tarefas, acompanhamento e feed back constante sobre o desempenho de seus colaboradores, bem como reconhecimento de potencialidades.

Entretanto sabemos que no mundo corporativo, não é tão linear assim, e inclusive os líderes precisam de um contexto propício para exercerem adequadamente suas funções. Afora este detalhe, quando nos deparamos com nosso chefe, o primeiro ponto a refletir é: embora ele seja meu chefe, ele também é humano e tem defeitos, pontos que precisa melhorar, assim como qualquer um de nós.

Como lidar com meu chefe?

Pensando nisso, a melhor maneira de lidar com seu chefe é exatamente encontrando todos os pontos fracos dele. O objetivo será evitar os comportamentos desaprovados, bem como se focar exatamente naqueles itens que o chefe valoriza.

Então alguns questionariam: mas isso não é ser bajulador?

Na verdade, este tipo de avaliação nada mais é do que conseguir fazer uma leitura do contexto e buscar aprimorar os relacionamentos, evitando o conflito e alcançando os melhores resultados.

Entretanto não podemos parar somente nesta identificação. Para conseguirmos, além de ter um bom relacionamento com o chefe, ter um ambiente profissional construtivo, é fundamental que saibamos gerenciar nosso chefe.

Inversão de papéis? Não. Um dos conceitos de gerenciar é exatamente: organizar, planejar e executar atividades que facilitem o processo de trabalho.

Portanto, identificar as condições sob as quais nosso chefe se comporta de maneira positiva ou não, conhecer seus defeitos para evitar conflitos, proporcionar condições para que ele observe os projetos com mais calma e aceitação, solicitar feed backs, são posturas que propiciam o gerenciamento eficaz da relação de trabalho.

E gerenciar a relação não deve estar somente sob responsabilidade do chefe, mas sim de todos os envolvidos na relação.

Com o objetivo de conquistar melhores resultados em quaisquer relacionamentos profissionais, basta treinar habilidades de percepção, aproveitar um pouco de criatividade, para conseguir emitir diferentes comportamentos, frente às diferentes pessoas, nos diferentes contextos.

E sem dúvidas, independentemente de seu cargo, os resultados da equipe serão extremamente mais satisfatórios.

Mande suas dúvidas pelo e-mail que responderei!

Até mais!

Amo o que faço mas odeio meu trabalho

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Desde muito pequenos todos nós somos cobrados sobre nossa profissão. Na hora de decidir pela carreira no vestibular, na maioria das vezes não temos noção sobre o que gostamos ou não, e nem imaginamos como é o dia a dia de trabalho da profissão almejada.

É quando o terrível acontece – o vestibular – e temos que escolher por um dos cursos. Fazemos a faculdade e precisamos de um emprego para auxiliar no pagamento das mensalidades… e depois das contas de casa…

Uma das questões que sempre fiz nas entrevistas para qualquer cargo foi: por qual motivo você escolheu esta vaga, esta área para trabalhar? E infelizmente na maioria das vezes ouvi: “preciso trabalhar, não posso ficar escolhendo” … “comecei nesta área porque precisava trabalhar e depois gostei”. E então percebemos nas empresas uma categoria de profissionais:

  1. Pessoas que precisam trabalhar, mas que não gostam do que fazem;
  2. Pessoas que querem trabalhar, mas não sabem o que gostam de fazer;
  3. Pessoas que gostam dá área em que trabalham, mas não gostam do emprego onde estão.

É sobre esta terceira categoria que vou falar hoje: alguns felizes profissionais tiveram a chance de escolher a área de atuação, outros descobriram ao longo de sua vida profissional aquela área de trabalho, mas na atualidade, não estão gostando de onde estão hoje.

O mercado de trabalho está cada vez mais exigente porque as empresas precisam de profissionais que façam “mais” por “menos”. Esse é o caso de todos os que tem um emprego!

Mas o maior problema são os pequenos eventos que acontecem dentro das empresas:

  • O chefe
  • Os (maus) colegas de trabalho
  • A baixa remuneração
  • A falta de perspectiva de crescimento
  • A falta de reconhecimento salarial
  • A pressão por produção
  • A falta de recursos para resolver os problemas diários
  • Ninguém me ouve na equipe
  • Não vejo mais nenhum desafio no meu cargo

Eu poderia enumerar muitos outros itens, mas acredito que este número é suficiente para lhe questionar:

Você enfrenta algum destes?

O que já tentou para resolvê-los?

Sente-se de mãos atadas e sem alternativas para seguir?

A hora da mudança

Então chegou o momento de parar e pensar em sua vida, em suas escolhas e principalmente nas consequências de suas escolhas HOJE!

Certamente daqui há um ou dois anos, você irá pensar: por que não comecei antes? Por que não mudei de emprego quando não tinha tantas dívidas? Como posso fazer agora?

O fato inquestionável é que você precisará se decidir se irá conseguir sair deste emprego na atual situação financeira do pais inclusive… ou se irá se preparar para melhorar suas habilidades e conquistar novas oportunidades antes de sair do emprego atual.

O mais importante é que você entenda qual o melhor caminho a seguir e comece a se preparar para trilhar esta estrada.

E lembre-se: nenhuma maratona termina se não tiver acontecido o primeiro passo. E seu primeiro passo precisa ser dado AGORA!

A psicoterapia poderá auxiliar no melhor entendimento de suas necessidades pessoais e também na avaliação de suas habilidades para o que está almejando. Um segundo passo será o trabalho para descobrir as novas habilidades a serem treinadas e coloca-las em pratica, desenvolvendo uma a uma.

Ninguém de nos nasceu sabendo e todos temos a competência do aprendizado. Muitas vezes temos dificuldades em alguns itens, que podem perfeitamente ser compensados por outras habilidades e um pouquinho de criatividade.

“Não deseje que seja fácil, deseje que seja melhor. Não deseje menos problemas, deseje mais competências. Não deseje menos desafio, deseje mais sabedoria!”

JIM ROHN

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